FIQUE POR DENTRO DE TUDO QUE ACONTECEU Na 10ª edição do seminário
cidades verdes
"as cidades azuis e a transição energética"














CIDADES VERDES 2025
Emb. André Corrêa do Lago
AS CIDADES AZUIS E A TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
DESAFIOS E OPORTUNIDADES
Furacões, enchentes, seca e incêndios, ondas de calor intenso ou de frio intenso, um clima sem bússola e atípico. Assim tem sido a nossa era, a humanidade enfrentando desafios cada vez mais complexos. Segundo o relatório da Agência Internacional de Energia, divulgado em outubro de 2024, o uso de eletricidade cresceu ao dobro do ritmo da demanda energética na última década. Pela primeira vez, a Agência fundada na crise do petróleo em 1973, dedica um capítulo inteiro de seu relatório anual às energias renováveis.
É preciso tentar frear o aquecimento global e, ao mesmo tempo, enfrentar o aumento das demandas de oito bilhões de pessoas que hoje vivem no planeta. No ano em que a COP será realizada no Brasil, este tema é ainda mais emergente, e certamente atrai um público diverso.
O Instituto Onda Azul, organização não governamental fundada há 20 anos, confirma o legado de seu fundador, o ambientalista Alfredo Sirkis, e não vai se furtar a promover esse debate na sociedade.
No segundo semestre de 2025, os dois dias do seu já tradicional Seminário Cidades Verdes serão inteiramente dedicados ao tema. E pretende ser um subsídio para o debate que acontecerá em Belém, este ano, na COP30.
Serão dois dias de evento: 10 e 11 de setembro, na Firjan. No primeiro, vamos focar em Cidades Azuis, que se juntam às Cidades Verdes, formando assim um amplo escopo para o debate. O conceito tem ganhado corpo, e o Estado do Rio de Janeiro tem demonstrado um forte interesse em se transformar numa Metrópole Azul. Como isso vai acontecer? Como dialogar com os desafios urbanos já postos, como mobilidade, urbanismo e arquitetura urbana?
O segundo dia vai focar em transição energética. O debate deve considerar que as fontes de energia são várias e que cabe à nossa civilização diversificá-las e escolher aquelas que menos emitem gases de efeito estufa e causem menos impacto ao meio ambiente.
Vamos debater, trazer informações, reflexões, usando o palco do Seminário Cidades Verdes, que no ano passado foi assistido por cerca de 700 pessoas altamente interessadas nas discussões.
MELHORES MOMENTOS
CONHEÇA OS NOSSOS PALESTRANTES
O evento Cidades Verdes recebeu representantes de instituições renomadas, tais com: Coppe/UFRJ, PUC-Rio, Semove, ITDP, ANAMMA, UFF, C40, entre outras, todas com o selo ESG, para debater sustentabilidade e resiliência de nossas metrópoles.
primeiro dia
André Esteves
ABERTURA
Aguinaldo Ballon
ABERTURA
Aspásia Camargo
ABERTURA
Richele Cabral
ABERTURA
Ana Asti
MESA 1
Aspásia Camargo
MESA 1
Bruno Sasson
MESA 1
Jorge Peron
MESA 1
Allan Borges
MESA 2
Ricardo Gomes
MESA 2
Matheus Monica
MESA 2
Fabiano Thompson
MESA 2
Richele Cabral
MESA 3
Clarisse Linke
MESA 3
Jerson Kelman
MESA 3
Andrea Santos
MESA 3
Robson Campos
MESA 4
Aline Felix
MESA 4
Leonardo Soares
MESA 4
Aspásia Camargo
MESA 4
Sonia Araripe
MEDIADORA
Giane Gatti
MEDIADORA
Agostinho Vieira
MEDIADOR
Aspásia Camargo
MEDIADORA
segundo dia
Amanda Schutze
MESA 1
Ilan Cuperstein
MESA 1
Andrea Santos
MESA 1
Sérgio Bessermann
MESA 1
Guilherme Wilson
MESA 2
Gabriel Kropsch
MESA 2
Rafael Almada
MESA 2
Carlos Nobre
MESA 2
Edmar de Almeida
MESA 3
Marie Ikemoto
MESA 3
Isaque Ouverney
MESA 3
Alice Hagge
MESA 3
Nelson Rocha
MESA 4
Gustavo Naciff
MESA 4
Thauan Santos
MESA 4
Sydnei Menezes
MESA 4
Amelia Gonzalez
MEDIADORA
Gabriel Vasconcelos
mediador
Thiago Magno
MEDIADOR
Eduardo Mack
MEDIADOR
Projeto Guanabara Azul e a visão para o desenvolvimento da Economia Azul Sustentável no Estado do
Rio de Janeiro
A meta do governo do estado é criar no Rio uma metrópole azul. Para isso, a missão é conectar o oceano com economia e qualidade de vida de forma sustentável. Vamos debater, nessa mesa, os caminhos que podem ajudar nessa empreitada.
Verde e azul precisam andar junto para se criar uma sociedade resiliente e sustentável.
Iniciativas como a recuperação das praias do litoral carioca são importantes. As parcerias estratégicas que dão certo. Nessa mesa, vamos debater o papel das empresas e da sociedade civil para a construção de um ambiente que ofereça mais qualidade de vida aos cidadãos e cidadãs, sob a ótica da economia azul.
As cidades precisam oferecer qualidade de vida a seus cidadãos
Neste sentido, a mobilidade urbana é fundamental, e um grande desafio quanto maior for a cidade. No cenário de transição energética, o ideal é conciliar veículos urbanos que possam utilizar fontes renováveis de energia. A mobilidade urbana sustentável enfrenta desafios como a infraestrutura inadequada para meios de transportes alternativos e a alta dependência de combustíveis fósseis.
As cidades azuis e seus desafios
O conceito de “cidade azul” envolve a sustentabilidade ambiental, social, econômica, cultural e na governança dos municípios e do estado– integrando políticas públicas, ações de cidadania e instituições conectadas com o oceano. No conceito, é importantíssimo a gestão adequada da água que garante o abastecimento para a população e a manutenção de ecossistemas, sendo um pilar para a qualidade de vida e o desenvolvimento urbano sustentável. Mas há desafios, e não são poucos, como o estresse hídrico, provocado por seca, um evento extremo provocado pelas mudanças climáticas. O crescimento populacional, sobretudo nas regiões urbanas, só aumenta o problema. Outro desafio é manter o saneamento básico para oferecer qualidade de vida aos moradores das cidades, sejam elas megalópoles ou não. Esta mesa vai se destinar a falar sobre esses desafios e como superá-los. Onde se juntam, por exemplo, a expansão do saneamento básico, a gestão das águas e a arquitetura sustentável no projeto de uma metrópole azul?
A melhor fonte de energia para as cidades
Como conciliar a demanda de grandes populações com a escala das energias renováveis? Como conciliar a necessidade de se ter tecnologias de ponta para resolver questões emergentes para as cidades enfrentarem os eventos extremos, sem demandar mais energia? Como sair desse imbróglio?
Nunca houve tanta aposta nas energias renováveis, mas os investimentos em fósseis continuam alto
O mundo ainda não está preparado para acabar totalmente com o uso do combustível fóssil, mas ao mesmo tempo está percebendo que será necessário adaptar-se a outras fontes de energia. Posição estratégica para incorporar e acelerar o uso de fontes limpas é um fator crítico de sucesso? Matriz limpa incentiva a diversificação. Qual a melhor? O que cada uma pode oferecer para substituir o petróleo e quando?
O papel da sociedade civil e o chamado à ação
A sociedade civil e a iniciativa privada desempenham um papel crucial na discussão e formulação de políticas de transição energética, atuando como agentes de transformação e fiscalização, garantindo que a mudança atenda às necessidades e expectativas da comunidade de forma justa, inclusiva e sustentável. O debate multissetorial amplia os cenários e as possibilidades de convergências.
Avanço tecnológico e novas soluções sustentáveis
As tecnologias podem ser fundamentais na transição para cidades mais resilientes, sustentáveis e boas de se morar. No entanto, elas também emitem muitos gases de efeito estufa. A digitalização das empresas e o uso da IA, por exemplo, estão provocando um boom na construção e expansão de data centers. Como conciliar essas agendas de desenvolvimento e a transição energética sustentável?
ALFREDO SIRKIS
Alfredo Hélio Sirkis (1950-2020) foi o grande idealizador do Cidades Verdes. Em sua atuação em mais de três décadas como ambientalista, escritor, vereador, deputado federal, Sirkis deixou um legado inestimável na luta por cidades mais sustentáveis e humanas.
Assertivo, perspicaz e mordaz, Sirkis jamais abriu mão de suas conviccções e foi um catalizador de iniciativas inovadoras. Como o diretor executivo da Brazil Climate Center, foi um dos expoentes no impulsionamento de políticas para uma transição para uma economia de baixo carbono.
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